domingo, 31 de julho de 2011

Cientistas encontram macaco que faz pedicure

Observando o bicho há um tempão, pesquisadores da Universidade de Durham, no Reino Unido, ficaram surpresos ao ver um mandril – parente próximo dos babuínos – macho fazendo as unhas do pé. É comum ver alguns animais (especialmente os primatas) usando pedaços de madeira, folhas e outras ferramentas naturais no dia a dia – para se defenderem ou se comunicarem, por exemplo. Mas para fazer pedicure foi a primeira vez.
O macaco metrossexual, que tem 18 anos e se chama JC, usava lascas de madeira, que ele mesmo coletou e afiou até que estivessem finas o bastante, para limpar embaixo das unhas, com toda a calma e dedicação. Confere a sessão de beleza aí no vídeo.



Nos três meses em que passou sendo observado pelos pesquisadores, JC fez os pés sete vezes. Em algumas ocasiões, ele usou também os próprios pelos para polir as unhas.

18 características de um bom mentiroso



Já dizia o doutor House: as pessoas mentem. Algumas, muito mais e muito melhor do que as outras. Por isso, é normal desconfiar das histórias absurdas do amigo ou acreditar que o seu colega de trabalho pode ser um psicopata. Mas não há motivos para a paranoia.

A revista Scientific American mencionou recentemente o trabalho de uma equipe de pesquisadores liderados pelo psicólogo  holandês Aldert Vrij, da Universidade de Portsmouth, que listou características típicas de mentirosos convicentes para ajudar a identificá-los:

1- São manipuladores. Segundo o artigo, manipuladores mentem frequentemente e não têm escrúpulos morais – por isso, sentem menos culpa. Eles também não têm medo de que as pessoas desconfiem e não precisam de muito esforço cognitivo para fazer isso. A coisa meio que acontece naturalmente.

2- São bons atores. Quem sabe atuar tem mais facilidade em mentir e se sente confiante ao fazer isso, pois sabe que é capaz de fingir muito bem. (Antes que comece a polêmica, não estamos dizendo aqui que bons atores são necessariamente mentirosos. A lógica é oposta: bons mentirosos é que são, geralmente, bons atores)

3- Conseguem se expressar bem. “Pessoas expressivas geralmente são benquistas”, dizem os pesquisadores.  Elas dão uma impressão de honestidade porque seu comportamento sedutor desarma suspeitas logo de início, além de conseguirem distrair os outros facilmente.

4- Têm boa aparência. Pesquisas já mostraram que pessoas bonitas tendem a ser mais queridas e vistas como honestas, o que ajuda quem curte enganar os outros.

5- São espontâneos. Para acreditarmos num discurso, ele precisa parecer natural. Quem não tem a capacidade de ser espontâneo acaba parecendo artificial – e fica difícil convencer alguém desse jeito.

6- São confiantes enquanto mentem. Bons mentirosos geralmente sentem menos medo de serem desmascarados do que as outras pessoas. Então, mantêm uma atitude confiante em relação à sua habilidade de mentir.

7- Têm bastante experiência em mentir. Assim como nas outras coisas, o treino também leva à perfeição quando se trata de mentir. Quem está acostumado a isso já sabe bem o que é necessário para convencer as pessoas e conseguem lidar mais facilmente com suas próprias emoções.

8- Conseguem esconder facilmente as emoções. Em algumas situações mais arriscadas, mesmo um mentiroso veterano pode sentir medo e insegurança. Nesse caso, é fundamental conseguir camuflar bem essas emoções. Além disso, já dissemos que mentirosos geralmente são pessoas expressivas, né? Pois é: eles costumam ser bons em fingir sentimentos que não estão realmente sentindo, mas também tendem a manifestar seus verdadeiros sentimentos espontaneamente. Por isso, é necessário ter habilidade em mascará-los para que não venham à tona.

9- São eloquentes. Pessoas eloquentes conseguem confundir mais facilmente as pessoas com jogos de palavras e conseguem enrolar mais nas respostas caso lhe perguntem algo que exija outras mentiras.

10- São bem preparados. Mentirosos planejam com antecedência o que vão fazer ou dizer para evitar contradições.

11- Improvisam bem. Mesmo estando preparado, é preciso estar pronto a improvisar caso alguém comece a desconfiar da história que ele inventou ou as coisas não saiam como esperava.

12- Pensam rápido. Para improvisar bem, é preciso pensar rápido. Quando imprevistos acontecem, e fica fácil desconfiar quando a pessoa fica sem resposta ou tenta ganhar tempo dizendo “ahhn” ou “eee”. Bons mentirosos não têm esse problema e conseguem pensar em uma saída rapidamente.

13- São bons em interpretar sinais não verbais. Um bom mentiroso está sempre atento à linguagem corporal do seu ouvinte e consegue interpretar sinais não-verbais que possam indicar desconfiança. Caso identifique indícios de suspeitas, ele muda de atitude ou melhora a história.

14- Afirmam coisas que são impossíveis de se verificar. Por motivos óbvios, bons mentirosos costumam fazer afirmações sobre fatos que sejam impossíveis de se provar e evitam inventar histórias mirabolantes que poderiam ser facilmente desmascaradas.

15- Falam o mínimo possível. Quando é impossível falar algo que não pode ser verificado, o mentiroso simplesmente não diz nada. Se a peguete pergunta ao mentiroso onde estava naquela noite em que não atendeu ao telefone, ele vai preferir responder algo como “honestamente, eu não me lembro”. Melhor do que inventar que teve de levar a avó ao médico. Quanto menos informação fornecer, menos oportunidade ele terá de ser desmascarado.

16- Têm boa memória. Quem quer desmascarar um mentiroso procura por contradições no seu discurso, porque muitas vezes eles podem simplesmente se confundir ou esquecer detalhes que inventaram. Mas não se impressione se a pessoa conseguir se lembrar e repetir cada vírgula do que lhe contou anteriormente. Bons mentirosos geralmente têm ótima memória.

17- São criativos. Eles conseguem pensar em saídas e estratégias que você nunca imaginaria. Mas não se deixe levar pelo seu brilhantismo – afinal, é isso o que eles querem.

18- Imitam pessoas honestas. Mentirosos procuram imitar o comportamento que, no imaginário das pessoas em geral, são típicos de quem só diz a verdade – e evitam se parecer com a imagem que se tem dos mentirosos.
Apesar deste parecer um manual para ajudar as pessoas a mentir melhor, os pesquisadores têm certeza de que essa lista não é capaz de melhorar a capacidade mentirosa de ninguém. Isso porque a maioria dessas características são inerentes à pessoa e têm a ver com aspectos da sua personalidade. Para a ciência, o melhor mentiroso é aquele que nasceu assim.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Chororô de criança é o som mais irritante do mundo



Britadeiras? Sirenes? Unhas arranhando uma lousa? As músicas do Restart? Nada disso. O som mais irritante de todos é o do chororô de criança – aquelas reclamações manhosas dos pequenos, sugere um estudo feito por psicólogos das Universidades de SUNY e Clark, nos EUA.
Por lá, participantes tiveram que resolver problemas de matemática enquanto ouviam a sons chatos como o de uma motosserra, o choro de um bebê recém-nascido e adultos falando como crianças (“ai, ti bunitinhu!”). Todos causaram distração no pessoal, mas, ao analisar os resultados dos testes, os pesquisadores viram que o número de erros era bem maior quando os voluntários ouviam os sons estridentes que os pequenos começam a soltar entre os dois e quatro anos de idade – o que a gente chama aqui de chororô.
“Ninguém quer ficar escutando um alarme de incêndio, mas, se ele soa, você presta atenção. Tem que ser irritante mesmo, e é a mesma história com o chororô”, disse uma das pesquisadora do estudo, Rosemarie Sokol Chang, ao MSNBC.com.

E você, aguenta? Faz o teste:

Pessoas com olhos claros têm mais chances de virarem alcoólatras


Você passou a vida toda sendo paparicado por esse belo par de olhos azuis. Mas tudo tem seu preço, meu amigo.

Cientistas da Georgia State University, nos EUA, analisaram dados de duas grandes pesquisas (uma feita com 10.860 presos, todos do sexo masculino; a outra, com 1.862 mulheres de todo o país) e observaram a tendência: em ambas as amostragens, as pessoas com olhos azuis ou verdes bebiam mais e tinham mais problemas com alcoolismo do que as de olhos castanhos.
No caso dos homens, 42% dos com olhos claros eram alcoólatras, versus 38% dos com olhos escuros. Entre as mulheres, as com olhos claros disseram consumir “significativamente” mais álcool, em geral, e tinham virado mais drinks nos últimos dias do que as com olhos escuros. “Embora as diferenças sejam pequenas”, aponta o estudo, os resultados estão de acordo com constatações anteriores de que as pessoas com olhos escuros são mais sensíveis a certas drogas do que as com olhos claros, o que, hipoteticamente, faz com que bebam menos e, por fim, corram menos risco de virarem reféns do álcool.
Outra hipótese, segundo os caras, é que os olhos claros venham nos rostos de pessoas que tendem a ser mais introvertidas. É possível que essas duas características, introversão e olhos claros, dizem, estejam de alguma forma relacionadas durante o desenvolvimento do feto. Aí, quando cresce, ele vê nos “bons drink” a chave para ficar mais soltinho e pode acabar exagerando na dose – o que tende a levar à, aham, dependência.

Gosto amargo deixa você mais… Amargo



Cuidado com o que come ou bebe. Um estudo de pesquisadores do Brooklyn College, lá nos EUA, constatou que o gosto amargo altera o seu julgamento… E deixa você mais chato, menos flexível, menos tolerante. Amargo, sabe?
Os caras pediram a 57 voluntários que avaliassem o quão moralmente questionáveis uma série de situações era, em uma escala de 1 a 100. Isso incluía cenários como um homem comendo carne de cachorro e primos de segundo grau tendo relações sexuais. Anotaram, também, a orientação política de cada um – se eram mais liberais ou conservadores.
Antes e durante o teste, os participantes receberam uma bebida amarga, uma bebida doce ou água pura para beber.
Os que tomaram o amargor, olha só, foram muito mais duros nos julgamentos – classificaram os cenários propostos como 27% mais “errados” do que os outros voluntários.
Não briguem com a gente (nem com os pesquisadores): o porquê exato disso ainda não está claro. Todavia, eles propõem alguns questionamentos válidos. Será que juízes e jurados, por exemplo, deveriam evitar os sabores amargos? Será que o que você come e bebe interfere nas suas escolhas políticas?

Música romântica deixa mulheres mais “facinhas”

Te dei o sol, te dei o mar pra ganhar seu coração, você é raio de saudade, meteoro da paixão...
“Você é raio de saudade, meteoro da paixão…”

Mulheres, fiquem ligadas. E homens: aproveitem! Uma equipe de psicólogos franceses (das universidades de Paris e de Brittany) reuniu 87 mulheres solteiras, entre 18 e 20 anos, para um experimento bem dos maliciosos (brincadeira, é superválido): será que uma trilha-sonora romântica deixaria as moças mais propensas a cair na cantada de um desconhecido?
Primeiro, as voluntárias (que achavam estar participando de uma pesquisa de marketing) passaram cinco minutos em uma sala de espera ouvindo: a) uma balada romântica (Je L’aime a Mourir, do francês Francis Cabrel) ou b) uma canção neutra (L’heure du The, de Vincent Delerm). Depois iam para outra sala, onde discutiam as diferenças entre duas marcas de biscoito (tudo fictício) com um entrevistador de 20 anos (descrito como “normal” – ou seja, nem especialmente bonito, nem feio). Eis que, no fim do papo, ele jogava a cantada: “Meu nome é Antoine, como você já sabe. Gostei muito de você e estava pensando se você me daria o seu telefone. Eu te ligo e a gente pode sair para um drink na semana que vem”.
Só 28% das moças que ouviram a música neutra caiu no papo. Mas quase o dobro (52%) das que esperaram ouvindo a musiquinha romântica topou o encontro e passou o telefone. O efeito foi tão significativo que o estudo foi publicado no periódico Psychology of Music com o nome Love is in the air (sabe? migre.me/QYeG).

Solidão pode ser contagiosa

 
" Danço eu, dança você, na dança da solidão…"

Amigos de pessoas solitárias tem 52% mais chances de desenvolver sentimentos de solidão. Foi isso que pesquisadores das universidades de Harvard, Chicago e Califórnia descobriram.
Segundo eles, a solidão funciona como uma “doença que se espalha”. Pessoas solitárias interagem menos com os amigos fazendo com que eles se sintam mais sozinhos. Estes, por sua vez, passam a confiar menos no próximo e se afastam das outras pessoas, expandindo a rede da solidão.
E você, já tá contagiado pela solidão coletiva?

Dá para jogar futebol em Marte



Sim, o esporte funcionaria bem no planeta vermelho. É essa a conclusão de um estudo do Departamento de Física e Astronomia da Universidade de Leicester, na Inglaterra. Você pode não ter como chegar lá, mas, se um dia conseguir, já tem um passatempo garantido.
Na superfície de Marte, a atração gravitacional e a pressão do ar são menores do que as daqui, o que, segundo os cientistas, mexeria com o jogo de duas formas: primeiro, a bola iria cerca de quatro vezes mais longe quando chutada; segundo, graças à resistência do ar, seria impossível para os jogadores fazer aquelas manobras bonitas em que a bola faz curvas.
Fora esses poréns, dizem, daria para manter o jogo do jeitinho que ele é. “O futebol deve ser capaz de fazer a transição para Marte de maneira relativamente fácil”, concluem os inspirados pesquisadores. Não, eles ainda não tentaram.
Mas espera aí. E vôlei? E basquete? E peteca? Contem mais.

domingo, 22 de maio de 2011

Perder peso é mais difícil se você é otimista




Ser uma pessoa positiva tem seus benefícios (comprovados pela ciência e, né?, pelos livros de autoajuda também). Mas parece que, quando você está gordinho e a meta é emagrecer, o melhor caminho é ser um pouco pessimista.
Foi o que pesquisadores japoneses constataram durante um estudo que acompanhou 101 voluntários obesos por seis meses, enquanto eles se submetiam a um programa de aconselhamento, regime e exercícios.
Traçando perfis psicológicos ao longo desse período, os especialistas notaram que a maioria dos gordinhos ia ficando mais feliz e otimista conforme o tempo passava e os quilos a mais sumiam. Até aí, faz todo o sentido. Mas eles perceberam também que os que já entravam no programa achando a vida linda tinham mais dificuldade em perder peso.
Segundo os pesquisadores, até a habilidade de ver as coisas sempre pelo lado positivo tem seu lado negro: a pessoa acaba se preocupando menos com a própria saúde e cedendo mais facilmente a tentações, já que “o otimismo leva a comportamentos instintivos e impulsivos“.
Está na hora de começar o regime por aí? A gente ajuda você: a vida é uma droga, né?

Tédio pode matar



Da próxima vez em que você pensar em dizer que está “morrendo de tédio”… Bem, vale saber que você está mesmo. Literalmente.
Pesquisadores ingleses dizem que esse tédio todo pode estar, de fato, te roubando alguns anos preciosos de vida. A possível explicação é que quando as pessoas ficam muito, mas muito entediadas mesmo, tendem a cair em hábitos pouco saudáveis, como o cigarro e a bebida – companheiros que diminuem a expectativa de vida.
Para comprovar esse efeito, eles resgataram as fichas de 7524 pessoas entrevistadas entre 1985 e 1988 sobre o tamanho do tédio que costumavam sentir. Depois, foram atrás de descobrir quais delas tinham morrido (e de quê tinham morrido) de lá para cá.
Eis as estatísticas do estudo: os voluntários que se disseram entediados com frequência nas entrevistas dos anos 80 eram 37% mais propensos a já terem batido as botas em 2010.
Tem mais: segundo os pesquisadores, quem vive em “altos níveis de tédio” (veja bem, não de estresse, como a gente sempre vê por aí, e sim de tédio) tem duas vezes mais chances de ter problemas cardíacos ou morrer de derrame do que o pessoal satisfeito com a vida.
Ou seja: vamos mexer o bumbum aí, minha gente. Nada de sofá.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Redes sociais afetam o cérebro do mesmo jeito que a paixão

Como eu te amo, meu Twitter!
Como eu te amo, meu Twitter!

Eis que a ciência aparece para explicar por que a gente gosta tanto de redes sociais. O pesquisador Paul J. Zak, professor da Claremont Graduate University (EUA), descobriu que uma simples troca de tweets ou um amigo curtindo nosso status no Facebook pode aumentar nossos níveis de oxitocina, conhecida como “hormônio do amor” (ela estimula sentimentos como empatia, generosidade e confiança, e tem altas quando estamos apaixonados).
A cobaia foi o jornalista Adam Penenberg. Ele cedeu amostras de sangue antes e depois de passar 10 minutos batendo papo no Twitter. Nesse tempinho, seu nível de oxitocina subiu 13%. (Para se ter uma ideia, uma alta equivalente à observada em um noivo prestes a subir no altar.) E nem é só isso: seus níveis de cortisol e ACTH, hormônios ligados ao estresse, caíram 11% e 15%, respectivamente.
Isso leva a crer que o cérebro percebe o tempo que “perdemos” no Twitter e no Facebook, por exemplo, como se estivéssemos interagindo diretamente com pessoas queridas. E aí libera a oxitocina, que dá um pouquinho daquele “barato” que a gente sente quando se apaixona. Sem falar que, ao suavizar os hormônios do estresse, derruba também o risco de problemas cardiovasculares, como infartos e derrames. Ou seja: tuitar é bom para o coração em todos os sentidos. Justamente a desculpa que você precisava para procrastinar sem culpa, né?

Ficar sem net é o mesmo que ser roubado




Você fica estressado quando a net cai, o Google não entra, seu e-mail trava? Então está viciado, diz um estudo, e as conseqüências são sérias. Segundo a pesquisa, que monitorou a atividade cerebral dos junkies, ficar desconectado tem o mesmo efeito no cérebro do que estar uma hora atrasado para uma reunião importantíssima. Ou então prestar vestibular e, na pior das situações, ser roubado.
O sintoma foi definido pelos psicólogos como um sentimento de estresse e ansiedade quando alguém é impedido de conseguir acesso imediato à informação - a internet é a principal fonte para 87% dos britânicos. Cerca de 76% dos entrevistados admitiram não conseguir viver sem internet, sendo que 53% deles passam mais de 4 horas por dia online. E 44% ficam confusos e desorientados se a internet cai.
De acordo com o estudo, o nível de estresse dos homens sem internet era pior à noite. Enquanto que as mulheres se sentiam mais estressadas se ficavam sem conexão durante o dia.
Sexta-feira foi considerado o pior dos dias para ficar sem rede, porque impede que as pessoas programem seus finais de semana – e a maioria usa o Google para fazer isso.
E aí, você consegue responder se passa mais tempo no computador do que com a própria família? Acha isso normal?

Pé na bunda pode ser tão ruim quanto abstinência de cocaína

Amor em pó (ou em pills)
Amor em pó (ou em pills)

Sabe aquele amigo que passou meses e meses chorando no seu ombro porque levou um pé na bunda? (Ou lembra de quando quem fez isso em ombro alheio foi você? Então.) Um estudo da Universidade de Rutgers apareceu para explicar por que é tão difícil para algumas pessoas superar o fim de um relacionamento. Em testes com homens e mulheres que estavam “curtindo” uma fossa (foram rejeitados, mas continuavam apaixonados), olhar para fotos dos ex ativou regiões do cérebro associadas ao controle das emoções, ao apego (até aí, tudo bem), à abstinência e até à dor física (!). Segundo os pesquisadores, existem grandes semelhanças entre o que sentem pessoas que levaram um fora do amado e viciados em cocaína em processo de desintoxicação. “O amor romântico é um vício”, disse a antropologista Helen E. Fisher, líder da pesquisa. “É um vício maravilhoso quando as coisas estão indo bem, mas um vício tenebroso quando tudo dá errado”. Isso explica porque certas pessoas são capazes de atitudes extremas (como perseguir e até ferir o ex-parceiro) após levarem o temido pé na bunda. Mas também há uma notícia boa nessa coisa toda: o estudo confirmou que o tempo cura mesmo as feridas – quanto maior o período desde o término do relacionamento, menor é a atividade registrada nesses cantinhos perigosos do cérebro.

Tomar ecstasy pode ajudar a superar traumas

Terapia coletiva?
 Terapia coletiva?

Que ele deixa o povo “bonzão” ao som do tuts tuts, não é novidade. Mas que também pode deixar bonzão (agora, sem aspas) pra valer, quando a música para… Aí sim! Um estudo norte-americano, publicado agora em julho no Journal of Psychopharmacology, sugere que, associado à psicoterapia, o ecstasy (apelido da metilenodioximetanfetamina, ou MDMA) pode ajudar (e muito!) no tratamento de transtornos de estresse pós-traumáticos (TEPT).
Para chegar a essa descoberta, os psiquiatras Michael e Annie Mithoefer fizeram testes com 21 portadores de TEPT (20 deles já tinham se tratado com medicina tradicional e terapia, sem sucesso). Cada um passou por duas sessões, recebendo ou 125 miligramas de MDMA (segundo os pesquisadores, o equivalente ao que uma pessoa tomaria numa balada) ou placebo (um comprimidinho de açúcar). Então, os dois grupos passaram por cerca de oito horas de psicoterapia no total. (Todos receberam uma segunda dose, pela metade, duas horas e meia depois do início do trabalho, para assegurar que os efeitos continuassem.)
E o resultado: dois meses após a experiência, menos de 17% dos pacientes que tomaram o ecstasy continuaram apresentando TEPT. Já entre os que receberam placebo, 75% não mostrou melhora. “Nossos resultados são encorajadores”, diz Mithoefer. Segundo ele, não houve qualquer problema significativo durante a experiência.
Mas o que o ecstasy faz? A terapia aplicada consistiu em fazer a pessoa entrar em contato com as memórias traumáticas que causaram o problema. Para ser efetiva, essa terapia de exposição precisa de um grande envolvimento emocional do paciente – tomando cuidado, é claro, para não sobrecarregá-lo e piorar a situação. O problema é que quem sofre de TEPT, segundo o médico, tem uma “janela” bem pequena entre o “não se envolver” e o “se envolver demais” na hora da terapia. O ectsasy, então, pode “alargar” essa “janela”, permitindo que o paciente permaneça engajado na medida certa durante a sessão terapêutica. Além disso, o MDMA aumenta os níveis da oxitocina (aquele hormônio associado à confiança, ao carinho, ao prazer) no organismo, o que ajuda os pacientes a estabelecer um laço mais forte com o terapeuta.
Esse estudo foi o primeiro nos EUA a usar o ecstasy de forma terapêutica com aprovação do governo. Segundo o Scientific American, outros testes similares estão sendo feitos na Suécia e em Israel. Logo, Canadá, Espanha e Jordânia também devem começar os seus.

Depressão ajuda a tomar decisões melhores



Isso quando a decisão não é se atirar da janela, é claro. Mas nem tudo é cinza: de acordo com um estudo feito por pesquisadores europeus e norte-americanos, parece que há mesmo ao menos um benefício na depressão.
O teste era o seguinte: os voluntários tinham que selecionar, em um programa de computador, os melhores candidatos para uma vaga de emprego fictícia. A motivação era ganhar dinheiro com isso: cada candidato tinha um valor monetário associado a ele – alguns valiam mais, outros menos. Todos eram apresentados em sequência e apenas uma vez. Por exemplo, se o participante escolhia o número 2 logo de cara, nem tinha a oportunidade de ver os outros.
15 pessoas com depressão profunda, 12 em processo de recuperação e 27 sem qualquer problema participaram do teste. E eis que os primeiros se saíram melhor: os voluntários saudáveis procuravam pouco antes de escolherem um candidato, enquanto os depressivos analisavam as opções com mais cuidado – e, além de selecionarem os candidatos mais adequados à vaga, ganharam mais dinheiro do que os colegas.
Ou seja: apesar de todo o mal, a depressão, segundo os pesquisadores, pode ajudar o raciocínio analítico e promover a persistência – o que ajuda a fazer escolhas melhores em situações difíceis. Ponto para ela.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Escada rolante torna você uma pessoa melhor


Um anjo na Terra

Quando você se cansar de aprontar por aí e quiser se redimir, já sabe o que fazer.
Pesquisadores dos EUA resolveram avaliar o quanto mudanças de altura (coisas simples, como, no caso, subir escadas) podem influenciar o nosso comportamento. Em um dos testes, colocaram caixas para a coleta de doações em um shopping center, bem em frente às escadas rolantes, de modo que as pessoas (que, isso é importante, não sabiam que estavam sendo observadas) davam de cara com elas logo após subir ou descer as escadas.
E adivinha no que deu? Os passantes que tinham acabado de subir colocaram mais dinheiro na caixinha do que o povo que desceu – que, em maioria, passou direto.
Em outros testes, participantes que estavam sentados em cadeiras mais altas foram mais prestativos e pacientes na hora de oferecer ajuda a desconhecidos. E a gente segue achando que está no controle das próprias atitudes.

domingo, 10 de abril de 2011

Vício em tecnologia é semelhante ao das drogas

Estudo de universidade norte-americana revela que quatro em cada cinco estudantes sentem ansiedade, depressão ou pânico ao serem afastados de seus gadgets.





Pesquisa realizada pela Universidade de Maryland, localizada na cidade de College Park (EUA), revela que vício em tecnologia é semelhante ao de drogas. Seguindo o estudo, quatro em cada cinco estudantes avaliados sentiram algum tipo de desconforto físico ou mental ao serem afastados de seus gadgets.
Os sintomas mais comuns constatados foram o pânico, a confusão e o isolamento extremo. De acordo com o jornal The Telegraph, os pesquisadores descobriram que a maioria dos 1 mil jovens universitários entrevistados, espalhados por 12 instituições em 10 países, admitem ser viciados em algum tipo de tecnologia: smartphones, notebooks, televisores e redes sociais são alguns exemplos.
Relatos de alguns estudantes descrevem que eles sentiram ansiedade e depressão ao ficar longe dos eletrônicos. Uma universitária norte-americana confessou que seu desejo de estar “online” poderia ser comparado às crises de abstinências de pessoas viciadas em crack.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Confira cinco “iPads” feitos de materiais estranhos

Ah, a criatividade humana. Bastou sair o primeiro iPad para todo mundo querer. E agora, com o iPad 2, o gadget se tornou ainda mais desejado. E é por essas e outras que quem não tem cão, caça com gato – e faz sua própria versão da “menina dos olhos” de Steve Jobs. Dê uma olhada nessas ideias criativas inspiradas no aparelho, incluindo um iPad gigante e uma versão de luxo só para ricos:

Massa de modelar


Açúcar

Taí uma sugestão de bolo de aniversário para Steve Jobs. Essa é uma criação da Numily, de Cingapura, especializada em doces de festa.

Ouro

Stuart Hughes já é conhecido no mundo todo por transformar gadgets comuns em itens de luxo. Não poderia ser diferente com o iPad, certo? Esta versão, feita de ouro de 22 quilates e com diamantes incrustados, sai pela bagatela de 189 mil dólares.

Lego

A gente já disse algumas vezes aqui no blog que Lego é capaz de montar… bem… tudo. E o mesmo pensa Joe Meno, criador do site BrickJournal e responsável por esse iPad 2 feito de bloquinhos. Para respeitar a espessura do gadget, Mena fez uma versão um pouco menor do que o iPad original.

Outros iPads!

Para promover o aplicativo Lara Croft and the Guardian of Lights, lançado no ano passado, esse gadget gigante foi montado com 56 iPads em uma estação de trem de Londres. Legal, né? Mas fica ainda mais interessante: depois de alguns dias, a tela feita de iPads foi desligada e alguns passantes sortudos puderam ficar com os eletrônicos.

sábado, 2 de abril de 2011

Google tradutor

Uma coisa bem Interessante do Google Tradutor Sigam as Instruções para Descobrirem:

1° Abra o Google tradutor
2º Coloque para traduzir Alemão para Alemão.

3° Copie isso : pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk e cole lá !
4º Clique em Ouvir !

quarta-feira, 23 de março de 2011

Plante um sapato e assista ao nascimento de uma árvore!



O tênis da linha Virgin Collection, da marca holandesa OAT shoes, foi o grande destaque do Fashion Week de Amsterdam neste ano: biodegradável, o calçado pode ser enterrado por seu dono depois de velho, sem causar nenhum dano ao meio ambiente.
Pelo menos é o que garante o designer e criador da marca, Christiaan Maats, que pesquisou durante anos materiais que pudessem garantir a durabilidade do tênis e, ao mesmo tempo, se decompor rapidamente, quando colocados em contato constante com o solo e as intempéries do clima.
O tênis possui, ainda, sementes em seu solado, o que faz com que, ao ser enterrado e entrar em decomposição, o calçado dê origem a uma árvore, cuja espécie ainda não foi revelada por Maats.
No desfile do Fashion Week, na Holanda, o designer apostou na criatividade para destacar seu produto, em meio a tantas novidades: além de calçar o tênis, como habitual, os modelos da OAT shoes entraram na passarela com carrinhos de mão repletos de grama e árvores. No topo dos “jardins móveis” carregados pelos modelos, estava o tênis. A ideia, que causou alvoroço na plateia, era evidenciar a “relação amigável” entre os calçados da OAT e o meio ambiente.
Parece ter dado resultado: o tênis, que ainda não está à venda no mercado, levou o segundo lugar no Prêmio Green Fashion, promovido pela própria organização do Fashion Week.

sábado, 12 de março de 2011

Estratégias para comer em frente ao computador

Um guia completo para aqueles que não conseguem sair nem por um instante da frente da tela do PC.

Comer diante do computador? Quem curte?

Vá ao seu armário agora. Pegue pacotes de bolacha, salgadinhos e bombons e espalhe-os sobre a sua mesa. Vá à geladeira e pegue um litro de refrigerante e encha um copo gigante. Coloque-o no canto da mesa, sente-se diante do computador e prepare-se para passar longas horas jogando um FPS ou um MMORPG.
Você pode até rir da descrição acima, mas acredite: ela é parte da rotina de muitos usuários que passam horas em frente ao computador. Em vez de refeições balanceadas nos horários corretos, a alimentação é substituída completamente por qualquer coisa que faça pouca sujeira e possa ser consumida, de preferência, sem usar as mãos.
Contudo, acidentes acontecem. Quem nunca derrubou refrigerante no teclado ou viu os restos de comida tomarem conta de partes da sua mesa que atire a primeira pedra. Embora evitar por completo situações como essa seja o ideal, sabemos que você não vai fazer isso. Afinal, como sair da frente do computador no meio do jogo?
Pensando nisso, elaboramos um guia rápido com as principais circunstâncias e desafios que você vai enfrentar ao tentar comer e acertar um headshot ao mesmo tempo. Prepare-se: suas ceias diante do PC nunca mais serão as mesmas.

O terror dos copos cheios! 


Seu drive de DVD não é porta-copo
Fonte da imagem: Baixaki
Muito mais do que comidas diante do PC, o maior dos problemas enfrentados por muitos usuários é o de derrubar líquidos na mesa ou no teclado. Não importa o que você esteja bebendo, o estrago pode ser grande caso você derrube alguma coisa. Além disso, se sua mesa é nova, as marcas do copo molhado podem deixar várias rodelas espalhadas, danificando a aparência. Como resolver isso?
A melhor maneira de minimizar riscos é evitar recipientes abertos, como copos, canecas, latinhas e garrafas long neck. No caso dos copos e canecas, a falta de alças é um fator agravante. Afinal, pense em quantas vezes você já tentou pegar um copo sem nem sequer olhar para ele. Sem uma alça de referência, as chances de derrubar tudo aumentam.
Outra alternativa encontrada por alguns usuários é a de utilizar o drive de CD/DVD como porta-copos. Evite fazer isso a qualquer custo. As chances de você derrubar seu copo aumentam consideravelmente e nem é preciso ser um especialista no assunto para perceber o quão arriscado é esse comodismo.
A solução perfeita: mochilas de hidratação. O equipamento utilizado por montanhistas é o acessório ideal para os usuários  se manterem hidratados enquanto ficam diante da tela. Há modelos com capacidade para até 7 litros. Ou seja, mais do que o suficiente para você passar boas horas sem largar o mouse e o teclado.

Farelos por todos os lados

Pipoca no PC começa a derramar!
Outro fiel companheiro dos usuários durante as noites diante do computador são os pacotes de salgadinhos e bolachas. Porém, embora esses produtos sejam de consumo prático, escondem um outro grande problema: os farelos. Por mais cuidadoso que você seja, acredite, muita coisa vai parar debaixo das teclas.
Você pode driblar boa parte dessa sujeira adotando uma tática que não consta nos manuais de etiqueta à mesa. Em vez de colocar suas mãos dentro do pacote e levar o alimento até à boca, que tal apenas abrir a boca e sacudir o pacote, esperando que o alimento caia pronto para ser engolido?
Pode parecer óbvio, mas muitas vezes as pessoas só se dão conta disso quando já sujaram as mãos. Aí, é tarde demais. E não adianta limpar as mãos na calça ou na camiseta. A gordura permanece nelas por igual e acaba indo parar no mouse ou no teclado, danificando seu equipamento.
A solução perfeita: despeje o conteúdo do pacote dentro de um tupperware (aqueles potinhos plásticos que você encontra nas lojas de R$ 1,99) e coloque-o ao lado do teclado. Para comer, lembre-se do seu cachorro e siga o exemplo. Enfie a cara no pote e pegue a comida aos poucos. Garantimos que você não vai sujar as mãos, já o rosto...

Técnicas avançadas para comidas complexas

Pizza na frente do PC, você consegue?

Muito bem, você já aprendeu os dois itens mais básicos da alimentação diante do PC. Depois de algum treino é hora de partir para comidas de consumo mais complexo e, consequentemente, que expõem mais ameaças para o seu equipamento. Vamos começar pela pizza.
A iguaria italiana é uma das comidas mais requisitadas por aqueles que passam as noites diante de um computador. Podendo ser comida quente ou fria – há quem prefira a segunda opção – a pizza garante carboidratos e é uma opção que agrada a vários paladares pelos múltiplos sabores que oferece.
Que tal comer uma pizza enquanto digita? A técnica é simples. Primeiramente, pegue a tampa da caixa de pizza e coloque no seu colo, pressionando-a entre sua barriga e a lateral da mesa. Esse será o suporte para a gordura e possíveis batatas-palha que caiam do pedaço que você está comendo.
Em seguida, segurando a pizza com a mão direita, utilize a falange dos dedos para digitar. Sabe aquele ossinho onde os seus dedos dobram? É justamente ele que será utilizado. A técnica requer sangue frio e equilíbrio, já que a qualquer momento pode ser preciso evitar que a gordura respingue ou ainda que parte do molho desabe sobre o teclado.

Faixa preta em comidas compostas

Desafie sua comida!

Se você venceu o desafio da pizza, chegou a hora de provar que, em se tratando de comer diante do PC, ninguém consegue superá-lo. Uma das comidas que mais espalham restos pelo prato – ou no chão – é o cachorro-quente. Mas não estamos falando daqueles magrinhos. Pense em um cachorro-quente completo.
Farofa, batata-palha, maionese, molho de tomate, mostarda, catupiry, queijo ralado, além, é claro, do pão e das salsichas. Pense em um daqueles sanduíches que não dá nem para fechar, de tão recheados que estão. Será que você consegue comer um desses em cima do teclado sem derrubar nenhuma migalha?
Sim, é possível. E o segredo está, literalmente, em suas mãos. Primeiro, será preciso segurá-lo com as duas mãos abertas e espalmadas, como se você estivesse formando uma concha. Segure-o com um guardanapo. O aparato será a garantia de que os excessos não transbordarão sobre a mesa.
Em seguida, preste atenção à maneira como você morde. Mordidas pequenas e concentradas fazem com que a alimentação demore mais, mas fazem menos sujeira. Já bocadas maiores espalham mais sujeira, mas fazem com que seu desafio termine mais rápido. Quer um desafio maior: escolha a segunda opção.
Para digitar enquanto isso, há duas alternativas: a primeira você já aprendeu com a pizza e consiste em utilizar a parte de trás dos seus dedos para caçar as teclas, uma a uma. Já a segunda pode ser feita com a unha. Isso mesmo. Segurando o cachorro-quente com as duas mãos, estique apenas o indicador para digitar lentamente e de maneira bem delicada. Todo cuidado é pouco.
Se o seu nível de profissionalismo não chega a tanto, há ainda outra alternativa: comandos de voz. Aplicativos como o Typle (Disponivel para Download no aQuiLo La! Downloads)  permitem que você execute tarefas no PC via comando de voz. A solução pode não funcionar para jogos, mas funciona para o Windows. Só não vá dar ordens de boca cheia: você corre o risco de espalhar farofa no teclado.
Não passou no teste e derrubou a farofa? Lamentável. Porém, nem tudo está perdido. Basta dar uma olhada neste artigo do aQuiLo La! para aprender "Como limpar inteiramente o seu computador sem ter medo".

Bom apetite!

Atenção: este artigo faz parte da série Erro 404 (Do Baixaki). Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. O aQuiLo La! não recomenda que você passe muitas horas seguidas diante do computador, tampouco que você faça suas refeições diante da tela. Lembre-se: sua saúde vem em primeiro lugar.

Como limpar inteiramente um computador sem ter medo

Um passo a passo simples de como manter seu computador brilhando.

Todos decerto concordam que a limpeza da casa é algo que se deve fazer com certa freqüência, e também devem de concordar que o computador faz parte da lista de itens que acumulam sujeira e precisam ser limpos.

Mas o que muitos não sabem é que não basta simplesmente passar um espanador no computador para limpá-lo. Por essa razão, será explicado a seguir como você deve proceder para limpar cada parte de seu computador sem prejudicá-lo.

Recomendações
  1. Desligue o computador e o retire da tomada;
  2. Nunca use água para limpar o gabinete por dentro;
  3. Nunca retire as teclas de um notebook;
  4. Lembre-se de que em geral os componentes do computador são sensíveis, logo, seja delicado para não prejudicar o funcionamento de sua máquina.
Material necessário

Para fazer a limpeza completa você precisará de:
  • Ao menos três panos diferentes (sem fiapos);
  • Cotonetes;
  • Palito de dentes;
  • Detergente;
  • Água;
  • Aspirador de pó;
  • Pincel de cabo longo e cerdas macias;
  • Secador de cabelos com ar frio;
  • Folha de jornal;
  • Chave de fendas;
  • Pinça;
  • Algodão;
  • Lata de ar comprimido (se possível).

Teclado

Operação Básica


Primeiramente, vire o teclado de ponta-cabeça e sacuda-o para tirar parte da sujeira (coloque uma folha de jornal embaixo para não sujar o chão). Utilize agora a lata de ar comprimido para desgrudar um pouco da sujeira das teclas, depois, passe o aspirador de pó por cima do teclado (utilizando o bico com cerdas).

Derrubou comida no teclado? É só limpar!

Então, misture um pouco de detergente com água e umedeça levemente um pano nessa solução, a seguir, passe o pano por cima das teclas para retirar a sujeira que fica grudada por causa da oleosidade dos dedos. Por último, passe um pano seco no teclado.

Operação Avançada

De vez em quando pode acontecer de algumas teclas falharem devido ao excesso de sujeira acumulada embaixo delas. Para alcançarmos tal sujeira, as teclas deverão ser removidas, logo, os passos a seguir exigirão um grau maior de delicadeza.

Antes de retirar as teclas tenha certeza de que saberá pô-las em seu lugar correto depois da limpeza. Para isso use sua imaginação, tire uma foto do teclado, faça um desenho da posição das teclas, enfim, o que achar melhor.

Vá com calma, e lembre-se de registrar a posição de cada tecla!

Com a chave de fendas em mãos, posicione-a de maneira a imitar uma alavanca e retire as teclas. No entanto, evite tirar teclas grandes, como a “barra de espaços”, “Enter”, “Shift” e “Caps Lock”, pois poderá ser difícil colocá-las novamente em seus lugares.

Retiradas as teclas, espirre o ar comprimido para facilitar o trabalho. Depois, passe um pano levemente umedecido com a mistura de um pouco de detergente com água para remover as sujeiras (use um cotonete para remover a poeira dos cantos que o pano não alcança). Feito isso, seque o teclado e recoloque as teclas.

Mouse

Tanto um mouse óptico quanto um de bolinha podem ser limpos da mesma forma, basta umedecer levemente um pano com água e limpá-lo.

Muitas vezes os usuários de mouses de bolinha podem reparar que a movimentação da seta se torna difícil repentinamente e “sem motivo”. O que causa tal inconveniente é o acumulo de sujeira dentro do mouse, o que acaba travando a movimentação das roldanas que a bolinha move.

Para remover tal sujeira, vire o mouse para cima e retire a bolinha (cuidado, ela é pesada). Depois, pegue um palito de dentes e use sua ponta para “serrar” a crosta de resíduos nas roldanas do mouse, após isso, remova delicadamente a sujeira usando uma pinça. Terminado o processo, bote a bolinha no mouse novamente e pronto.

Cabos Externos

Esta é a limpeza mais simples e menos trabalhosa (se comparada com as outras), pois basta umedecer levemente um pano em uma mistura de um pouco de detergente com água, passar nos cabos e depois secá-los com um pano seco. No entanto, tome cuidado para não se esquecer de secar as partes metálicas dos cabos, pois cometer tal deslize pode significar uma grande dor de cabeça posteriormente.

Monitor

Independente do tipo de monitor que você usa (seja ele daqueles “antigos”, de LCD, ou mesmo se não for um monitor e sim uma televisão), deve-se ter bastante cuidado ao limpar a tela dele, logo, escolha bem o tipo de pano a ser usado para evitar riscá-la.

Não espere seu PC ficar assim para limpá-lo!Para limpar a tela do seu monitor você pode tem duas opções: ou a limpa com um pedaço de algodão levemente umedecido, ou então com um pano igualmente umedecido. Seja qual for o método escolhido, passe um pano seco após limpar a tela.

Para limpar o resto do monitor, basta passar um pano levemente umedecido com água e depois secar com outro pano. No caso de o monitor estar muito sujo, pode-se usar aquela mistura de detergente com água no pano.

É possível também substituir o detergente por álcool (somente quando for limpar o monitor, para as outras partes do computador use somente detergente). No entanto, utilizar álcool pode fazer o monitor desbotar com o tempo, por isso não é muito aconselhado utilizá-lo. Se este for o caso, se limite a apenas algumas gotas e a partes externas, sendo a exceção a tela.

Gabinete

Nossa cabeça armazena a parte mais importante do nosso corpo: o cérebro. E assim como nossa cabeça, o gabinete armazena as partes que dão “vida” ao computador, portanto, você deve usar o máximo de cuidado ao realizar as operações seguintes.

Exterior

Desencaixe todos os cabos e use um aspirador de pó para aspirar a sujeira das entradas de ar (buracos) do gabinete. Agora passe um pano umedecido com a mistura água-detergente (citada anteriormente) no restante do gabinete, tomando cuidado para não deixar qualquer gota cair pelas entradas de ar.

Depois, tire o excesso de detergente com outro pano umedecido somente com água, e por último, pegue um pano seco e seque o gabinete. Em certos lugares (como ao redor do botão de liga/desliga) você pode usar um cotonete para limpar, no caso o pano não dar conta do serviço.

Interior

A limpeza dessa parte é muito importante, pois o desempenho do computador pode ficar comprometido devido ao superaquecimento provocado pelo mal funcionamento dos sistemas de refrigeração interna do gabinete.

placas

O funcionamento indevido de tal sistema geralmente pode ser devido à vida útil do equipamento ter chegado ao fim, ou então ao fato de muita sujeira ter sido acumulada nas ventoinhas, impedindo assim que elas girem o suficiente para evitar o aquecimento excessivo do computador.

Tome muito cuidado com os componentes eletrônicos (quadrados geralmente verdes e cheios de linhas metálicas,) que ficam dentro do gabinete (não passe pano neles!), pois qualquer acidente, por menor que seja, pode prejudicar seu computador.
Use o pincel para varrer, delicadamente, a sujeira das partes onde o aspirador de pó não alcança, até uma área que ele a alcance. Agora, bote um bico fino no aspirador de pó, e aspire a sujeira do cooler (aquele componente que parece um ventilador), a sujeira de todas as entradas de ar e aquela sujeira que foi varrida. Lembrando que para utilizar aspiradores de pó deve-se ter um bico extremamente fino e muito cuidado. Na dúvida, utilize o pincel.

Solte a poeira delicadamente com o pincel e aspire-a em seguida.

A seguir, pegue um pano seco e use-o para tirar o pó dos fios de dentro do gabinete e para remover a sujeira que resistiu ao aspirador de pó e ao pincel.

Pronto!

Parabéns, se você chegou até aqui, seguindo todos os passos acima, seu computador deve estar tinindo!

Qual é o preço da Terra?



Sim, alguém calculou. Não que haja compradores em potencial para o planeta, é claro. Mesmo assim, o astrofísico americano Greg Laughlin, da Universidade da Califórnia, criou uma fórmula matemática para chegar ao valor da Terra – e aos de outros planetas também.
O nosso, no caso, vale três mil trilhões de libras (é uma cifra tão fora da realidade que parece até besteira converter, mas, em todo caso, fica em torno de oito mil trilhões de reais).
Na fórmula (que o cientista não divulgou qual é, mas ok, porque certamente é bem complexa e a maioria de nós não a entenderia, de qualquer forma), entram a idade, o tamanho, a temperatura, a massa e outras informações pontuais sobre cada planeta.
O fim da conta não surpreende: a Terra é o mais valioso do universo. Já Marte, por exemplo, que vem ganhando o carinho da comunidade científica por ser, além do nosso, o planeta mais imediatamente habitável do Sistema Solar, vale apenas 10 mil libras.
Os cálculos não são perda de tempo (não completa, pelo menos): a ideia do pesquisador ao criar a fórmula não era apenas brincar de Banco Imobiliário espacial. Ela vem sendo usada por ele para avaliar as descobertas de novos exoplanetas (planetas localizados fora do nosso Sistema Solar) feitas pela Nasa. “É uma maneira de eu poder quantificar o quão empolgado devo ficar em relação a qualquer planeta em particular”, explica Laughlin.
Descoberto em 2007, o Gliese 581 C, por exemplo, entusiasmou os cientistas logo de cara por parecer o mais similar à Terra – mas a conta final do astrofísico americano deu a ele a etiqueta de apenas 100 libras (olha aí, exoplaneta em promoção!). Já outro, o KOI 326.01, encontrado mais recentemente, foi estimado por ele em cerca de 150 mil libras.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Pedidos e Sugestões

Downloads:

Agora Você pode fazer seus Downloads no aQuiLo La!, Com Downloads seguros, Sem Vírus.

Se você não encontrar o que quer, deixe comentários pedindo, e dando sugestões, pode ser Programas, Jogos, Músicas, Filmes, Seriados, Desenhos, Animes, Mangás, Qualquer Coisa, é só Pedir! Mais eu não Garanto que vou conseguir Encontrar! =D

Jogos:
 
Agora você já pode jogar no aQuiLo lá!

Nos não temos o jogo que você que?? Deixe um comentário pedindo ou dando sugestões sobre jogos!!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

PlayStation 4

O Modelo do PlayStation 4 foi criado por Tai Chem, esse console maravilhoso é o que ele acha que deve ser o PS4.

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Antes de tudo: isso é mentira, tá? É só conceito, é só design. Mas é lindo de morrer. Tai Chem criou esse console maravilhoso do que ele acha que deve ser o PS4.

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Reparou que é tudo transparente? Reparou que deve ter algumas funcionalidades touchscreen? Sério, achei a coisa mais linda do mundo.

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Claro que a Sony não vai produzir algo assim porque, né? Deve ser, tipo, um milhão de dólares. Mas contrata o Tai Chem!

Empresa cria histórias em quadrinhos que podem ser plantadas



Será que o Capitão Planeta leria as aventuras de Gardener e April?

Não é segredo para ninguém que “sustentabilidade” é a palavra da vez nos últimos anos. Por conta disso, todo colecionador de quadrinhos tem mais do que bons motivos para suar frio diante de um interrogatório ecológico sobre economia de papel. Pensando em limpar a consciência dos fãs das boas e velhas HQs, a empresa Home Sprout propôs uma solução: gibis “plantáveis”!
O conteúdo dessas histórias não é lá muito profundo – basicamente, são paródias de comics clássicas de superheróis, com vinte e quatro páginas de pura pegada ecológica –, mas a intenção é curiosa. Cada folha das HQs de The Gardener e April Showers recebeu uma infusão de sementes de flores e ervas variadas que crescem normalmente quando plantadas. Cada exemplar custa 9,5 dólares, mais do que o dobro do preço de uma comic impressa em papel comum. A intenção, com o tempo, é que o custo do papel com infusão sustentável seja reduzido até a metade. Você acha que essa moda pega?

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Nomes que começam com letras do fim do alfabeto deixam as pessoas mais consumistas




Sabe aquele pessoal que passa dias em filas para comprar algo, porque precisa ter aquilo de qualquer jeito, e precisa ter antes dos outros? E aquele pessoal consumista que compra, compra, compra e depois se arrepende? Tem uma nova explicação para isso. E é bizarra, bem como a gente gosta. Um estudo lá dos EUA, feito pelos pesquisadores Kurt A. Carlson (Universidade de Georgetown) e Jacqueline M. Conard (Universidade de Belmont), diz que a culpa é dos nossos nomes, da ordem alfabética e dos nossos professores.
Parece ridículo demais para levar a sério? Vamos considerar os fatos. Os caras observaram os padrões de consumo de voluntários em várias situações. E constataram que as pessoas cujos sobrenomes começavam com letras do finalzinho do alfabeto tendiam a comprar coisas com muito mais rapidez do que as cujos sobrenomes começavam com letras do começo do alfabeto. E que o efeito ficava mais e mais forte conforme a letra inicial se aproximava do Z.
Curiosamente, entre as mulheres casadas era o nome de solteira que importava, sugerindo que a causa desse fenômeno vem lá do comecinho da vida. Surgiu a hipótese: o uso constante da ordem alfabética na escola durante a infância deixa as “crianças do final do alfabeto” com uma ideia de que, se elas quiserem ser as primeiras em alguma coisa, vão ter que “ir lá e fazer acontecer” elas mesmas. Isso explicaria a tendência ao consumo impulsivo, de acordo com os pesquisadores: “em um esforço para compensar essa desigualdade, as ‘crianças do fim do alfabeto’ vão se mover rapidamente quando o sobrenome não for um fator; elas vão ‘comprar antes’. Da mesma forma, aquelas com sobrenomes do começo do alfabeto estarão tão acostumadas a serem as primeiras que as oportunidades individuais para comprar algo não vão importar tanto; elas vão ‘comprar depois’“, diz o estudo (que vai ser publicado na próxima edição do Journal of Consumer Research;
Aí vale dizer uma coisa: a pesquisa levou em consideração os sobrenomes, porque lá nos EUA é por eles que a maioria das listagens se guia. Tradição cultural. Aqui no Brasil, o mais comum é que a gente seja listado pelo primeiro nome. Até aí, isso não anularia o fenômeno – o efeito, caso verdadeiro, seria o mesmo. Mas será? Contra pra gente se isso se aplica para você.

Canhotos são mais mal humorados


Respira, respira... Respira...
 Respira, respira… Respira…

Um estudo, conduzido pela psicóloga Ruth Propper, da Universidade de Merrimack, nos EUA, mostrou que, em pessoas canhotas (as ambidestras também entram na dança), as duas metades do cérebro se comunicam de forma levemente diferente do que nas destras.
Por consequência disso, acabam interagindo mais com as áreas que produzem emoções negativas, o que torna os canhotos mais sujeitos a variações de humor – tendendo ao mau.
Um mau humor, convenhamos, até justificável.
O estudo, publicado no Journal of Nervous and Mental Disease, aponta que, além da diferença biológica, as frustrações “por viver em um mundo feito para destros” – onde tudo, de abridores de garrafa a tesouras, é desenhado, na maior parte das vezes, “sem levá-los em consideração” – também ajudam a tornar os dias do amigo canhoto um pouquinho mais cinzas.

Pessoas criativas são mais desonestas



“Moralmente flexíveis”. Nas palavras de pesquisadores das Universidades de Harvard e de Duke, nos EUA, é o que as pessoas especialmente criativas são. Eles alertam: muita criatividade motiva o pessoal a “pensar fora da caixa” (ou seja, a enxergar as coisas de formas pouco convencionais, a fugir das regras). O que é ótimo em vários sentidos. Mas, segundo os caras, essa motivação tende a levar as mentes férteis a um comportamento, em tradução bem livre, sacana, desonesto, malandro, antiético, sem vergonha, e assim vai.
Eles afirmam isso depois de comprovar a hipótese em quatro experimentos (feitos com um total de 1262 voluntários). Neles, a tendência foi clara: quanto mais criativos os participantes eram (o “nível de criatividade” de cada um foi medido em entrevistas preliminares), maior a tendência que tinham a trapacear nos testes propostos pelos pesquisadores. “A criatividade prediz o comportamento antiético mais do que a inteligência“, diz o estudo. Em parte, também, porque os criativos são mais hábeis na hora de justificar as safadezas cometidas. Fazem coisa errada, mas compõem uma desculpa bonitinha num piscar de olhos.
Em tempo: tinha uma gracinha no final desse post, mas parece que ela não foi muito feliz. Então, tchau pra ela. A quem se sentiu ofendido: desculpem! Bullying contra os artistas? Não, não. O comentário era tão absurdo que supus como piada óbvia. 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Cadeira dura afeta sua forma de ver o mundo


Ó, vida triste
Ó, vida triste

Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e das universidades de Harvard e Yale (coisa pouca, hein?), nos EUA, descobriram que as sensações que móveis e objetos causam quando você os toca afetam diretamente o seu humor e a maneira como você se relaciona com as outras pessoas. Ou seja: sua cadeira é dura? Pode muito bem ser isso que está te deixando azedo ultimamente.
Em geral, toques suaves e delicados nos deixam bem humorados, felizes e cheios de generosidade. Já o contato com superfícies duras e ásperas nos deixa num humor egoísta e agressivo.
Isso foi comprovado em seis experimentos. Em um deles, pessoas sentadas em cadeiras duras (sem almofadas, daquelas bem sofridas mesmo, os caras ressaltam) foram menos maleáveis e mais ríspidos em negociações do que voluntários que sentaram em poltronas confortáveis. Em outro teste, estar em contato com objetos ásperos fez as pessoas sentirem uma dificuldade fora do normal na hora de interagir com desconhecidos.
Vem cá: é só comigo ou cada vez mais fica a impressão de que a gente não controla quase nada do que faz? E o resultado desse estudo ainda dá as mãos ao de outro, de 2008 e também com dedinho do pessoal de Yale: as pessoas veem as outras como mais agradáveis e carinhosas logo após terem segurado um copinho de café quente (!).
E por quê? Os pesquisadores acreditam que tenha alguma coisa a ver com o cérebro puxando lembranças de quando estávamos no útero – uma época em que as sensações táteis, o toque, o contato físico, era tudo o que existia pra gente.

Chuva faz a gente trabalhar mais


Profissional exemplar
 Profissional exemplar?

Daí a economista Marie Connolly, da Universidade de Princeton (EUA), cruzou dados oficiais sobre a rotina de trabalho dos americanos a registros de estações meteorológicas do país inteiro. O objetivo: descobrir se um dia chuvoso afeta o número de horas diárias em que um profissional comum trabalha. E afeta sim – quase nada entre as mulheres, mas bastante entre os homens (e de um jeito não tão óbvio). O estudo mostra que o homem passa, em média, 30 minutos a mais no trabalho em dias de chuva. O expediente estica ainda mais quando se fala em cidades de clima tradicionalmente seco: aí são quase 50 minutos extras de labuta quando chove. (No caso das mulheres, os resultados foram bem menos significativos, provavelmente porque a maioria dos dados analisados era de “cobaias” masculinas: até onde se sabe, o tempo ruim faz elas trabalharem só três minutos a mais.) E a explicação para esse “profissionalismo” todo é que a chuva diminui o nosso pique de sair por aí e investir em atividades externas, o que remaneja parte do tempo, que seria reservada ao lazer, para o trabalho. Opa, o que você perguntou aí? Por que essa gente não aproveita a chuva e fica na cama até mais tarde, em vez de trabalhar mais? Pois é, também não entendi essa parte.

Ver imagens fofinhas é bom para a produtividade

Cuti cuti
Cuti cuti

Fala a verdade: você bateu o olho no gatinho aí em cima e ensaiou um “oooooun”, né? Talvez não tenha contido um sorrisinho. Se bobear, até chamou alguém para ver também. Normal, imagens desse tipo, que transbordam fofura, estimulam a sensibilidade de quase todo mundo. Daí psicólogos da Universidade da Virginia (EUA) resolveram testar se essa emoção causada pela “exposição à fofura” tem algum efeito sobre o nosso comportamento. E tem sim. Em dois experimentos (com participantes de ambos os sexos, para ninguém dizer que é “coisa de mulherzinha”), voluntários que viram fotos de cães e gatos filhotes (que são naturalmente fofos) tiveram um desempenho bem melhor no jogo Operação (aquele em que você vai removendo órgãos do boneco com uma pinça, sabe?) do que os que viram fotos de bichos já crescidos. Os pesquisadores dizem que a exposição à fofura nos faz agir, inconscientemente, com mais “cuidado” e “gentileza”, o que, além de melhorar a coordenação motora, resulta num trabalho mais bem feito. Pode contar para o seu chefe.

Gente nervosa raciocina melhor


Cabeça fria
Poço de sabedoria

Cabeça quente não funciona direito, estar com raiva nos leva a fazer julgamentos tendenciosos… É o que a gente está acostumado a pensar. Mas isso está, ao menos em parte, errado. Especialistas da Universidade da Califórnia (EUA) constataram, em três estudos, que a raiva (no caso, induzida) não dificulta, e sim melhora o pensamento analítico. Nos testes, os participantes raivosos se saíram melhor do que os colegas de humor neutro, por exemplo, na hora de discriminar argumentos fortes de fracos. Segundo os pesquisadores, os nervosinhos mostraram raciocínios mais “acessíveis, válidos e relevantes”. Então, sangue no zóio!

6 efeitos curiosos do café no organismo



Há quem sofra com todo o tipo de efeito desagradável se passar o dia sem um (ou vários) cafezinhos. Em algum momento da nossa evolução, o café virou, mais do que um prazer gastronômico, um amigo fiel e um quase-remédio. Está com sono? Tome café. Estressado? Café. De ressaca? Café. Alguns dos efeitos dele sobre o nosso organismo são devidamente comprovados – ele realmente vicia, por exemplo. Mas outros (e aí entram tanto benefícios quanto perigos) a ciência traz e leva de volta como se estivesse de brincadeira com a gente. Certas pesquisas, por algum motivo, chegam até a desmentir uma a outra. Vai entender. Mas, isso não dá para negar, o café é mesmo um bichinho poderoso. Pega lá um para você e dá uma olhada nessa lista, com algumas verdades quanto a do que ele é realmente capaz.

1. Café não deixa você mais alerta.
É tudo uma ilusão. Cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, dizem que, se a gente faz do cafezinho um hábito, logo desenvolvemos tolerância ao efeito estimulante da cafeína. “Mas eu tomo café e me sinto diferente. E aí?”. Bem, segundo o estudo dos caras, o fluxo de energia que você sente é apenas reflexo dos sintomas da abstinência de cafeína (que causa, veja só, fadiga) indo embora. Ou seja: você está mal.

2. Café favorece a performance feminina. Mas prejudica a masculina.
Outro estudo da Universidade de Bristol analisou a performance de homens e mulheres em atividades como testes de memória após dar a eles café normal ou descafeinado. E constatou que, munidas de cafeína na corrente sanguínea, as mulheres lidam melhor com situações estressantes e trabalham melhor em grupo. Mas os homens não. Neles, o café diminui a velocidade de raciocínio e aumenta a agressividade.

3. Café faz você ter alucinações.
Sim, ele dá barato. Mas, provavelmente (a gente nunca testou) é um barato não muito legal. Participantes de uma pesquisa da Universidade de Durham, no Reino Unido, começaram a ouvir vozes depois de tomar sete copinhos de café em um só dia. Os cientistas supõem que as alucinações sejam causadas pelo aumento nos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, que o excesso de cafeína provoca.

4. Café previne o mau hálito.
Sabe aquele bafo de café que você sente quando o seu colega de trabalho chega para falar mais de pertinho? Não é bacana. Mas, a longo prazo, pode valer a pena. Uma pesquisa israelense, da Universidade de Tel Aviv, descobriu que certos elementos na composição do café bloqueiam o desenvolvimento das bactérias responsáveis pelo mau hálito. Agora eles estão querendo isolar esses componentes e produzir chicletes, pirulitos e outras coisas para prevenir a halitose.

5. Café faz bem para o coração (mas só para o de quem está acostumado a beber café).
Se você toma café demais, seu coração dispara. Já percebeu? Mas isso não quer dizer que a cafeína seja, necessariamente, ruim para ele. Aliás, se você não está acostumado a beber café, quer sim. Estudos das universidades de Washington e Harvard, nos EUA, dizem que quem bebe apenas uma xícara por dia ou menos do que isso tem quatro vezes mais chances de ter um enfarto – em geral, na primeira hora após o consumo da bebida. Condiz com o resultado de uma outra pesquisa norte-americana, apresentado na 50ª Conferência Anual da Associação Americana do Coração, em 2010, que aponta um risco 18% menor de problemas cardíacos em quem toma quatro ou mais xícaras de café por dia.

6. Café facilita a sua vida na academia.
Tomar um copinho antes de se jogar na malhação, além de dar uma energia extra, diminui a dor causada pelos exercícios e facilita a sua busca pelo corpão perfeito. É o que diz um estudo da Universidade de Illinois, nos EUA. E, dessa vez, não importa se você tem o hábito de beber café ou não. Segundo os pesquisadores, a cafeína age diretamente sobre partes do cérebro e da medula espinhal envolvidas no processamento da dor, seja você um coffee junkie ou não. Olha aí: dá quase para dizer que café emagrece.

Olfato sinaliza quando você vai morrer



Você tem notado uma certa dificuldade em reconhecer cheiros familiares recentemente? Você pode estar prestes a morrer. Cientistas do Rush University Medical Center, em Chicago (EUA), sugerem que, pelo menos entre os mais velhos, o olfato tende a minguar conforme a morte se aproxima. Eles testaram e acompanharam um grupo de mais de mil idosos (todos relativamente saudáveis, sem sinais de doenças graves) por quatro anos. Nesse tempo, observaram a tendência: os velhinhos com as piores habilidades para identificar odores tinham uma probabilidade maior de estarem mortos no período de um ano. Nos testes do estudo, em que tinham que identificar 12 cheiros familiares, cada acerto equivalia a 6% menos risco de morrer em breve.

Sol faz a gente gastar mais dinheiro


Nesse verão sem dó, vale, além de não esquecer o protetor solar (olha aí o CIÊNCIA MALUCA brincando de ser politicamente correto), tomar muito cuidado com o bolso. A dica é de pesquisadores das universidades de Alberta e de Winnipeg, no Canadá. Sim, o sol faz a gente gastar mais. Eles analisaram um bocado de dados para chegar a esta conclusão. Primeiro, cruzaram seis anos de registros das vendas diárias de uma loja varejista com o clima de cada dia (e, nos dias de sol, o faturamente era maior). Depois, observaram os hábitos de consumo de 33 participantes por cerca de um mês, sob diferentes condições climáticas (e eles gastavam mais nos dias ensolarados). Por fim, testaram se voluntários eram mais propensos ao consumismo sob a luz artificial de uma lâmpada, que simulava a do sol (e sim, eles eram). Não ficou dúvida. “Conforme a exposição à luz solar aumenta, (…) os gastos do consumidor tendem a aumentar”, aponta o estudo. A explicação está no influência imensa que o tempo exerce sobre o nosso humor. Quando está frio, chovendo, nevando, tendemos a ficar mais quietos e saímos menos de casa. Mas quando o sol sai, a gente sai também. E, batendo perna e vendo o dia bonito por aí, se empolga mais facilmente com as coisas. E abre mais a mão.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Cadeira Ofo é uma mistura de design e economia de espaço




Achei incrível essa cadeira Ofo, criada pelo estúdio Solovyov.Além de cores fortes e lindas, a cadeira possui um design incrível, que permite que o seu ‘usuário’ crie uma pequena biblioteca embaixo de onde está sentado.
Não tem disponível aqui no Brasil, mas lá no site tem um lugar de contato para quem quiser comprar, rsrs.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

As dez fobias mais esquisitas do planeta

Gente com medo de chulé, de legumes, de umbigo, de beijo ou - acredite! - com pavor até de mulher bonita! Está na hora de conhecer as paúras mais estranhas que existem. E aí, vai ler ou tá com medo?

10. Bromidrofobia

Medo de quê - Odores do corpo

Nível de pavor - Medroso

Ok, ninguém em sã consciência gosta de ter cecê ou chulé, cuidando da higiene pessoal para não exalar esses odores pelo corpo. Só que é quase impossível não rolar um bodunzinho ou outro de vez em quando, né? Pois é esse o pavor de quem sofre de bromidrofobia. Os "zé-limpinhos" tomam vários banhos por dia e, de tanta esfregação, chegam a ficar com a pele machucada. O medo de cheirar mal pode ser tão grande que muitos evitam qualquer atividade que gere transpiração.

9. Caetofobia

Medo de quê - Pelos e cabelos

Nível de pavor - Maricas

O ator Tony Ramos e o guitarrista Slash são o maior pesadelo de quem tem caetofobia. É que eles morrem de medo de pessoas muito peludas ou com uma baita cabeleira. Em geral, os "caetofóbicos" cortam o cabelo bem curtinho ou até raspam a cabeça. Alguns chegam a contratar alguém só para lavar seu cabelo e não ter que tocar na "coisa peluda"! No outro extremo, estão as vítimas de falacrofobia, o temor de ficar careca - aliás, o que seria o paraíso para os "caetofóbicos"...

8. Deipnofobia

Medo de quê
- Jantar em família ou com amigos

Nível de pavor - Medroso

Para as pessoas com deipnofobia, basta sentar à mesa para uma singela refeição e está pronto o cenário do terror: elas aprontam o maior suador, sentem falta de ar e são tomadas por uma sensação de impotência. É que elas enxergam um jantarzinho como uma terrível ameaça, que trará à tona conflitos emocionais não resolvidos. A britânica Karen Tate, por exemplo, sempre tem um ataque de pânico quando vai a um restaurante com amigos, e não vê a hora de sair do lugar. Poderia aproveitar para não pagar a conta!

7. Eisoptrofobia

Medo de quê - Espelhos e de se olhar no espelho

Nível de pavor - Medroso

Em geral, a eisoptrofobia, ou medo de espelhos, está ligada ao temor diante do sobrenatural. As pessoas temem ver no reflexo do espelho fantasmas e outros seres. Superstições ligadas a esse objeto (como a crença de que quebrar um espelho dá sete anos de azar) também ajudam a aumentar a paranoia. Até mesmo a própria imagem da pessoa pode causar terror por se tratar de algo "não humano". A atriz Pamela Anderson é uma das pessoas que preferem sacrificar a vaidade a encarar um "espelho, espelho mau".

6. Hipopotomonstrosesquipedaliofobia

Medo de quê - Palavras grandes

Nível de pavor - Maricas

O próprio nome desta fobia - o palavrão gigante acima - já obriga quem sofre do distúrbio a confrontar seu medo: um temor irracional de palavras longas ou de uso pouco comum, como termos técnicos e médicos (por exemplo, linfangioleiomiomatose). Elas também evitam mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial. Segundo os especialistas, essa paúra surge do medo de pronunciar a palavra de forma incorreta e, por isso, cair no ridículo.

5. Onfalofobia

Medo de quê - Umbigos

Nível de pavor - Maricas

Nunca encoste no umbigo de quem sofre de onfalofobia, pois o cara pode ter o maior ataque nervoso. Na verdade, essas pessoas também ficam nervosas só de ver um umbigo. Quando a coisa rola com mulheres grávidas, é ainda pior. É que elas têm o maior pavor de que seu umbigo cresça demais ou fique com o formato conhecido como couve-flor. Algumas mães chegam a tapar o umbigo dos bebês com curativos para não ver a "criatura".

4. Lachanofobia

Medo de quê - Vegetais

Nível de pavor - Maricão

Cenouras, amoras, abobrinhas. Vegetais "assassinos" como esses são os algozes de quem tem lachanofobia. A forma incomoda, a cor não agrada, a textura causa aversão e o cheiro, náuseas. Em geral, a pessoa tem medo de algum vegetal em particular. Um jovem americano, por exemplo, tinha pavor de pêssegos. Certo dia, ao entrar no chuveiro da casa da namorada e ver a imagem da fruta no rótulo de um xampu, deu o maior chilique e saiu correndo da casa...

3. Automatonofobia

Medo de quê - Autômatos e bonecos de cera

Nível de pavor - Maricas

Autômatos, como bonecos de ventríloquo, são artefatos que simulam ações humanas. Mas não para pessoas que têm automatonofobia. Para elas, inocentes bonequinhos de parque de diversões são verdadeiros monstros. A visão de algo que imita seres humanos causa tremedeiras, choro e paralisia. O "machão" Hugh Jackman, o Wolverine de X-Men, já admitiu morrer de medo do Chuckie, o brinquedo "assassino". Só não contem isso para o Prof. Xavier!

2. Filemafobia

Medo de quê - Beijar

Nível de pavor - Maricão

Não há Cupido que ajude. Para quem tem filemafobia, um simples beijo é sinônimo de pesadelo. A pessoa sente enjoos e fica com a boca seca e as mãos trêmulas. Em casos mais graves, chega a ter um ataque de pânico. Não rola nem beijo na bochecha a amigos e familiares. Para os estudiosos, esse transtorno está ligado a outro, a filofobia, o medo de se apaixonar.

1. Caligenefobia

Medo de quê - Mulheres bonitas

Nível de pavor - Maricão
Também conhecido por venustrafobia, esse é o pavor sentido por alguns homens quando têm que interagir com - ui, que meda! - uma mulher bonita! Os caras sentem falta de ar, arritmia e muitos até vomitam. O bizarro terror de beldades é tamanho que alguns sujeitos até abandonam o emprego se tiver alguma gata no trabalho. Como forma de tratamento, o "coitado" é exposto a fotos e vídeos de mulheres bonitas, como Gisele Bündchen. Depois, ainda precisa encarar umas gatas em carne e osso. Ô problemão...

É pior ser atingido na cabeça com uma garrafa de cerveja vazia ou cheia?



Acredite, esse é um estudo científico, feito por pesquisadores da Universidade de Bern, na Suíça, e publicado no Journal of Forensic and Legal Medicine. Bizarro como é, levou o prêmio Ig Nobel (o Oscar da ciência maluca, que premia os “avanços científicos que primeiro fazem as pessoas rir, e depois pensar”, realizado lá nos EUA) da paz (é, da paz) no final de 2009. Mas vamos à ciência: embora os caras não tenham, de fato, dado garrafadas em voluntários durante a pesquisa, ela diz que “de acordo com as experiências dos próprios autores”, garrafas de cerveja de meio-litro são comumente usadas em disputas físicas, ao menos lá na Suíça (eu nunca levei ou dei garrafada, mas dá para prever que não, não é só lá). Então, foram testar as “propriedades fraturativas” dessas armas. Primeiro, estudaram o estrago causado nas cabeças de pessoas (no caso, vivas e mortas) atingidas por elas em brigas de bar. Depois, desenvolveram um sistema de simulação, envolvendo bolas de aço, as perigosas garrafas e modelos de argila no lugar das cabeças humanas. E o que eles descobriram é de estourar os miolos (ou não): são necessários 10 joules a mais de energia para quebrar as garrafas vazias do que as cheias (se a garrafa quebra fácil, o impacto sobre a vítima é menor). Sendo assim, elas são mais letais. Por outro lado, a garrafa cheia tem 70% mais força de impacto. E aí? Frente a isso, eles concluem (devidamente com base nos testes envolvendo as cabeças de cadáveres): vazia ou cheia, uma garrafa de cerveja é forte o suficiente para quebrar um crânio antes de ser quebrada por ele. Ou seja: faça o possível para não ser atingido por uma. Fala a verdade: mudou a sua vida.

Casca de banana pode despoluir a água





Só na Grande São Paulo, quase quatro toneladas de cascas de banana são desperdiçadas, semanalmente, nos restaurantes. Foi esse dado, divulgado em uma reportagem sobre desperdício de alimentos, que estimulou a doutoranda em química Milena Boniolo a pesquisar uma utilidade para as cascas de banana. E ela encontrou: despoluir a água contaminada por metais pesados.
O processo é simples e funciona graças a um dos princípios básicos da química: o dos opostos que se atraem. Na casca da banana, existe uma grande quantidade de moléculas carregadas negativamente, enquanto os metais pesados são positivamente carregados. Logo, quando colocada na água, a casca da banana atrai para si os metais.
Para que dê conta do recado, no entanto, ela precisa ter suas propriedades potencializadas. Milena Boniolo também descobriu uma “fórmula” bem simples para isso: em uma assadeira, as cascas devem ficar expostas ao sol por cerca de uma semana. Em seguida, elas são trituradas e peneiradas. No fim, é essa “farofa de casca de banana” que será jogada na água para despoluir o recurso.
Segundo a pesquisadora, 5 mg do pó de banana são suficientes para despoluir 100 ml de água. Mas, para alcançar altos níveis de limpeza, é preciso repetir o processo mais de uma vez. Isso porque, em testes de laboratório, a casca de banana conseguiu “chupar”, de primeira, cerca de 65% dos metais pesados que estavam na água.
Agora, Milena Boniolo procura patrocínio para aplicar essa técnica em grande escala. Já que casca de banana é o que não falta…  

domingo, 30 de janeiro de 2011

Os Objetos do Futuro!

Esses são alguns objetos que vão ajudar vocês no Futuro



Esse é Pra Quem Ama Labirinto!


 
Agora vai ser mais fácil tirar a propria foto