segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Pedidos e Sugestões

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Se você não encontrar o que quer, deixe comentários pedindo, e dando sugestões, pode ser Programas, Jogos, Músicas, Filmes, Seriados, Desenhos, Animes, Mangás, Qualquer Coisa, é só Pedir! Mais eu não Garanto que vou conseguir Encontrar! =D

Jogos:
 
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domingo, 27 de fevereiro de 2011

PlayStation 4

O Modelo do PlayStation 4 foi criado por Tai Chem, esse console maravilhoso é o que ele acha que deve ser o PS4.

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Antes de tudo: isso é mentira, tá? É só conceito, é só design. Mas é lindo de morrer. Tai Chem criou esse console maravilhoso do que ele acha que deve ser o PS4.

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Reparou que é tudo transparente? Reparou que deve ter algumas funcionalidades touchscreen? Sério, achei a coisa mais linda do mundo.

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Claro que a Sony não vai produzir algo assim porque, né? Deve ser, tipo, um milhão de dólares. Mas contrata o Tai Chem!

Empresa cria histórias em quadrinhos que podem ser plantadas



Será que o Capitão Planeta leria as aventuras de Gardener e April?

Não é segredo para ninguém que “sustentabilidade” é a palavra da vez nos últimos anos. Por conta disso, todo colecionador de quadrinhos tem mais do que bons motivos para suar frio diante de um interrogatório ecológico sobre economia de papel. Pensando em limpar a consciência dos fãs das boas e velhas HQs, a empresa Home Sprout propôs uma solução: gibis “plantáveis”!
O conteúdo dessas histórias não é lá muito profundo – basicamente, são paródias de comics clássicas de superheróis, com vinte e quatro páginas de pura pegada ecológica –, mas a intenção é curiosa. Cada folha das HQs de The Gardener e April Showers recebeu uma infusão de sementes de flores e ervas variadas que crescem normalmente quando plantadas. Cada exemplar custa 9,5 dólares, mais do que o dobro do preço de uma comic impressa em papel comum. A intenção, com o tempo, é que o custo do papel com infusão sustentável seja reduzido até a metade. Você acha que essa moda pega?

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Nomes que começam com letras do fim do alfabeto deixam as pessoas mais consumistas




Sabe aquele pessoal que passa dias em filas para comprar algo, porque precisa ter aquilo de qualquer jeito, e precisa ter antes dos outros? E aquele pessoal consumista que compra, compra, compra e depois se arrepende? Tem uma nova explicação para isso. E é bizarra, bem como a gente gosta. Um estudo lá dos EUA, feito pelos pesquisadores Kurt A. Carlson (Universidade de Georgetown) e Jacqueline M. Conard (Universidade de Belmont), diz que a culpa é dos nossos nomes, da ordem alfabética e dos nossos professores.
Parece ridículo demais para levar a sério? Vamos considerar os fatos. Os caras observaram os padrões de consumo de voluntários em várias situações. E constataram que as pessoas cujos sobrenomes começavam com letras do finalzinho do alfabeto tendiam a comprar coisas com muito mais rapidez do que as cujos sobrenomes começavam com letras do começo do alfabeto. E que o efeito ficava mais e mais forte conforme a letra inicial se aproximava do Z.
Curiosamente, entre as mulheres casadas era o nome de solteira que importava, sugerindo que a causa desse fenômeno vem lá do comecinho da vida. Surgiu a hipótese: o uso constante da ordem alfabética na escola durante a infância deixa as “crianças do final do alfabeto” com uma ideia de que, se elas quiserem ser as primeiras em alguma coisa, vão ter que “ir lá e fazer acontecer” elas mesmas. Isso explicaria a tendência ao consumo impulsivo, de acordo com os pesquisadores: “em um esforço para compensar essa desigualdade, as ‘crianças do fim do alfabeto’ vão se mover rapidamente quando o sobrenome não for um fator; elas vão ‘comprar antes’. Da mesma forma, aquelas com sobrenomes do começo do alfabeto estarão tão acostumadas a serem as primeiras que as oportunidades individuais para comprar algo não vão importar tanto; elas vão ‘comprar depois’“, diz o estudo (que vai ser publicado na próxima edição do Journal of Consumer Research;
Aí vale dizer uma coisa: a pesquisa levou em consideração os sobrenomes, porque lá nos EUA é por eles que a maioria das listagens se guia. Tradição cultural. Aqui no Brasil, o mais comum é que a gente seja listado pelo primeiro nome. Até aí, isso não anularia o fenômeno – o efeito, caso verdadeiro, seria o mesmo. Mas será? Contra pra gente se isso se aplica para você.

Canhotos são mais mal humorados


Respira, respira... Respira...
 Respira, respira… Respira…

Um estudo, conduzido pela psicóloga Ruth Propper, da Universidade de Merrimack, nos EUA, mostrou que, em pessoas canhotas (as ambidestras também entram na dança), as duas metades do cérebro se comunicam de forma levemente diferente do que nas destras.
Por consequência disso, acabam interagindo mais com as áreas que produzem emoções negativas, o que torna os canhotos mais sujeitos a variações de humor – tendendo ao mau.
Um mau humor, convenhamos, até justificável.
O estudo, publicado no Journal of Nervous and Mental Disease, aponta que, além da diferença biológica, as frustrações “por viver em um mundo feito para destros” – onde tudo, de abridores de garrafa a tesouras, é desenhado, na maior parte das vezes, “sem levá-los em consideração” – também ajudam a tornar os dias do amigo canhoto um pouquinho mais cinzas.

Pessoas criativas são mais desonestas



“Moralmente flexíveis”. Nas palavras de pesquisadores das Universidades de Harvard e de Duke, nos EUA, é o que as pessoas especialmente criativas são. Eles alertam: muita criatividade motiva o pessoal a “pensar fora da caixa” (ou seja, a enxergar as coisas de formas pouco convencionais, a fugir das regras). O que é ótimo em vários sentidos. Mas, segundo os caras, essa motivação tende a levar as mentes férteis a um comportamento, em tradução bem livre, sacana, desonesto, malandro, antiético, sem vergonha, e assim vai.
Eles afirmam isso depois de comprovar a hipótese em quatro experimentos (feitos com um total de 1262 voluntários). Neles, a tendência foi clara: quanto mais criativos os participantes eram (o “nível de criatividade” de cada um foi medido em entrevistas preliminares), maior a tendência que tinham a trapacear nos testes propostos pelos pesquisadores. “A criatividade prediz o comportamento antiético mais do que a inteligência“, diz o estudo. Em parte, também, porque os criativos são mais hábeis na hora de justificar as safadezas cometidas. Fazem coisa errada, mas compõem uma desculpa bonitinha num piscar de olhos.
Em tempo: tinha uma gracinha no final desse post, mas parece que ela não foi muito feliz. Então, tchau pra ela. A quem se sentiu ofendido: desculpem! Bullying contra os artistas? Não, não. O comentário era tão absurdo que supus como piada óbvia. 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Cadeira dura afeta sua forma de ver o mundo


Ó, vida triste
Ó, vida triste

Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e das universidades de Harvard e Yale (coisa pouca, hein?), nos EUA, descobriram que as sensações que móveis e objetos causam quando você os toca afetam diretamente o seu humor e a maneira como você se relaciona com as outras pessoas. Ou seja: sua cadeira é dura? Pode muito bem ser isso que está te deixando azedo ultimamente.
Em geral, toques suaves e delicados nos deixam bem humorados, felizes e cheios de generosidade. Já o contato com superfícies duras e ásperas nos deixa num humor egoísta e agressivo.
Isso foi comprovado em seis experimentos. Em um deles, pessoas sentadas em cadeiras duras (sem almofadas, daquelas bem sofridas mesmo, os caras ressaltam) foram menos maleáveis e mais ríspidos em negociações do que voluntários que sentaram em poltronas confortáveis. Em outro teste, estar em contato com objetos ásperos fez as pessoas sentirem uma dificuldade fora do normal na hora de interagir com desconhecidos.
Vem cá: é só comigo ou cada vez mais fica a impressão de que a gente não controla quase nada do que faz? E o resultado desse estudo ainda dá as mãos ao de outro, de 2008 e também com dedinho do pessoal de Yale: as pessoas veem as outras como mais agradáveis e carinhosas logo após terem segurado um copinho de café quente (!).
E por quê? Os pesquisadores acreditam que tenha alguma coisa a ver com o cérebro puxando lembranças de quando estávamos no útero – uma época em que as sensações táteis, o toque, o contato físico, era tudo o que existia pra gente.

Chuva faz a gente trabalhar mais


Profissional exemplar
 Profissional exemplar?

Daí a economista Marie Connolly, da Universidade de Princeton (EUA), cruzou dados oficiais sobre a rotina de trabalho dos americanos a registros de estações meteorológicas do país inteiro. O objetivo: descobrir se um dia chuvoso afeta o número de horas diárias em que um profissional comum trabalha. E afeta sim – quase nada entre as mulheres, mas bastante entre os homens (e de um jeito não tão óbvio). O estudo mostra que o homem passa, em média, 30 minutos a mais no trabalho em dias de chuva. O expediente estica ainda mais quando se fala em cidades de clima tradicionalmente seco: aí são quase 50 minutos extras de labuta quando chove. (No caso das mulheres, os resultados foram bem menos significativos, provavelmente porque a maioria dos dados analisados era de “cobaias” masculinas: até onde se sabe, o tempo ruim faz elas trabalharem só três minutos a mais.) E a explicação para esse “profissionalismo” todo é que a chuva diminui o nosso pique de sair por aí e investir em atividades externas, o que remaneja parte do tempo, que seria reservada ao lazer, para o trabalho. Opa, o que você perguntou aí? Por que essa gente não aproveita a chuva e fica na cama até mais tarde, em vez de trabalhar mais? Pois é, também não entendi essa parte.

Ver imagens fofinhas é bom para a produtividade

Cuti cuti
Cuti cuti

Fala a verdade: você bateu o olho no gatinho aí em cima e ensaiou um “oooooun”, né? Talvez não tenha contido um sorrisinho. Se bobear, até chamou alguém para ver também. Normal, imagens desse tipo, que transbordam fofura, estimulam a sensibilidade de quase todo mundo. Daí psicólogos da Universidade da Virginia (EUA) resolveram testar se essa emoção causada pela “exposição à fofura” tem algum efeito sobre o nosso comportamento. E tem sim. Em dois experimentos (com participantes de ambos os sexos, para ninguém dizer que é “coisa de mulherzinha”), voluntários que viram fotos de cães e gatos filhotes (que são naturalmente fofos) tiveram um desempenho bem melhor no jogo Operação (aquele em que você vai removendo órgãos do boneco com uma pinça, sabe?) do que os que viram fotos de bichos já crescidos. Os pesquisadores dizem que a exposição à fofura nos faz agir, inconscientemente, com mais “cuidado” e “gentileza”, o que, além de melhorar a coordenação motora, resulta num trabalho mais bem feito. Pode contar para o seu chefe.

Gente nervosa raciocina melhor


Cabeça fria
Poço de sabedoria

Cabeça quente não funciona direito, estar com raiva nos leva a fazer julgamentos tendenciosos… É o que a gente está acostumado a pensar. Mas isso está, ao menos em parte, errado. Especialistas da Universidade da Califórnia (EUA) constataram, em três estudos, que a raiva (no caso, induzida) não dificulta, e sim melhora o pensamento analítico. Nos testes, os participantes raivosos se saíram melhor do que os colegas de humor neutro, por exemplo, na hora de discriminar argumentos fortes de fracos. Segundo os pesquisadores, os nervosinhos mostraram raciocínios mais “acessíveis, válidos e relevantes”. Então, sangue no zóio!

6 efeitos curiosos do café no organismo



Há quem sofra com todo o tipo de efeito desagradável se passar o dia sem um (ou vários) cafezinhos. Em algum momento da nossa evolução, o café virou, mais do que um prazer gastronômico, um amigo fiel e um quase-remédio. Está com sono? Tome café. Estressado? Café. De ressaca? Café. Alguns dos efeitos dele sobre o nosso organismo são devidamente comprovados – ele realmente vicia, por exemplo. Mas outros (e aí entram tanto benefícios quanto perigos) a ciência traz e leva de volta como se estivesse de brincadeira com a gente. Certas pesquisas, por algum motivo, chegam até a desmentir uma a outra. Vai entender. Mas, isso não dá para negar, o café é mesmo um bichinho poderoso. Pega lá um para você e dá uma olhada nessa lista, com algumas verdades quanto a do que ele é realmente capaz.

1. Café não deixa você mais alerta.
É tudo uma ilusão. Cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, dizem que, se a gente faz do cafezinho um hábito, logo desenvolvemos tolerância ao efeito estimulante da cafeína. “Mas eu tomo café e me sinto diferente. E aí?”. Bem, segundo o estudo dos caras, o fluxo de energia que você sente é apenas reflexo dos sintomas da abstinência de cafeína (que causa, veja só, fadiga) indo embora. Ou seja: você está mal.

2. Café favorece a performance feminina. Mas prejudica a masculina.
Outro estudo da Universidade de Bristol analisou a performance de homens e mulheres em atividades como testes de memória após dar a eles café normal ou descafeinado. E constatou que, munidas de cafeína na corrente sanguínea, as mulheres lidam melhor com situações estressantes e trabalham melhor em grupo. Mas os homens não. Neles, o café diminui a velocidade de raciocínio e aumenta a agressividade.

3. Café faz você ter alucinações.
Sim, ele dá barato. Mas, provavelmente (a gente nunca testou) é um barato não muito legal. Participantes de uma pesquisa da Universidade de Durham, no Reino Unido, começaram a ouvir vozes depois de tomar sete copinhos de café em um só dia. Os cientistas supõem que as alucinações sejam causadas pelo aumento nos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, que o excesso de cafeína provoca.

4. Café previne o mau hálito.
Sabe aquele bafo de café que você sente quando o seu colega de trabalho chega para falar mais de pertinho? Não é bacana. Mas, a longo prazo, pode valer a pena. Uma pesquisa israelense, da Universidade de Tel Aviv, descobriu que certos elementos na composição do café bloqueiam o desenvolvimento das bactérias responsáveis pelo mau hálito. Agora eles estão querendo isolar esses componentes e produzir chicletes, pirulitos e outras coisas para prevenir a halitose.

5. Café faz bem para o coração (mas só para o de quem está acostumado a beber café).
Se você toma café demais, seu coração dispara. Já percebeu? Mas isso não quer dizer que a cafeína seja, necessariamente, ruim para ele. Aliás, se você não está acostumado a beber café, quer sim. Estudos das universidades de Washington e Harvard, nos EUA, dizem que quem bebe apenas uma xícara por dia ou menos do que isso tem quatro vezes mais chances de ter um enfarto – em geral, na primeira hora após o consumo da bebida. Condiz com o resultado de uma outra pesquisa norte-americana, apresentado na 50ª Conferência Anual da Associação Americana do Coração, em 2010, que aponta um risco 18% menor de problemas cardíacos em quem toma quatro ou mais xícaras de café por dia.

6. Café facilita a sua vida na academia.
Tomar um copinho antes de se jogar na malhação, além de dar uma energia extra, diminui a dor causada pelos exercícios e facilita a sua busca pelo corpão perfeito. É o que diz um estudo da Universidade de Illinois, nos EUA. E, dessa vez, não importa se você tem o hábito de beber café ou não. Segundo os pesquisadores, a cafeína age diretamente sobre partes do cérebro e da medula espinhal envolvidas no processamento da dor, seja você um coffee junkie ou não. Olha aí: dá quase para dizer que café emagrece.

Olfato sinaliza quando você vai morrer



Você tem notado uma certa dificuldade em reconhecer cheiros familiares recentemente? Você pode estar prestes a morrer. Cientistas do Rush University Medical Center, em Chicago (EUA), sugerem que, pelo menos entre os mais velhos, o olfato tende a minguar conforme a morte se aproxima. Eles testaram e acompanharam um grupo de mais de mil idosos (todos relativamente saudáveis, sem sinais de doenças graves) por quatro anos. Nesse tempo, observaram a tendência: os velhinhos com as piores habilidades para identificar odores tinham uma probabilidade maior de estarem mortos no período de um ano. Nos testes do estudo, em que tinham que identificar 12 cheiros familiares, cada acerto equivalia a 6% menos risco de morrer em breve.

Sol faz a gente gastar mais dinheiro


Nesse verão sem dó, vale, além de não esquecer o protetor solar (olha aí o CIÊNCIA MALUCA brincando de ser politicamente correto), tomar muito cuidado com o bolso. A dica é de pesquisadores das universidades de Alberta e de Winnipeg, no Canadá. Sim, o sol faz a gente gastar mais. Eles analisaram um bocado de dados para chegar a esta conclusão. Primeiro, cruzaram seis anos de registros das vendas diárias de uma loja varejista com o clima de cada dia (e, nos dias de sol, o faturamente era maior). Depois, observaram os hábitos de consumo de 33 participantes por cerca de um mês, sob diferentes condições climáticas (e eles gastavam mais nos dias ensolarados). Por fim, testaram se voluntários eram mais propensos ao consumismo sob a luz artificial de uma lâmpada, que simulava a do sol (e sim, eles eram). Não ficou dúvida. “Conforme a exposição à luz solar aumenta, (…) os gastos do consumidor tendem a aumentar”, aponta o estudo. A explicação está no influência imensa que o tempo exerce sobre o nosso humor. Quando está frio, chovendo, nevando, tendemos a ficar mais quietos e saímos menos de casa. Mas quando o sol sai, a gente sai também. E, batendo perna e vendo o dia bonito por aí, se empolga mais facilmente com as coisas. E abre mais a mão.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Cadeira Ofo é uma mistura de design e economia de espaço




Achei incrível essa cadeira Ofo, criada pelo estúdio Solovyov.Além de cores fortes e lindas, a cadeira possui um design incrível, que permite que o seu ‘usuário’ crie uma pequena biblioteca embaixo de onde está sentado.
Não tem disponível aqui no Brasil, mas lá no site tem um lugar de contato para quem quiser comprar, rsrs.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

As dez fobias mais esquisitas do planeta

Gente com medo de chulé, de legumes, de umbigo, de beijo ou - acredite! - com pavor até de mulher bonita! Está na hora de conhecer as paúras mais estranhas que existem. E aí, vai ler ou tá com medo?

10. Bromidrofobia

Medo de quê - Odores do corpo

Nível de pavor - Medroso

Ok, ninguém em sã consciência gosta de ter cecê ou chulé, cuidando da higiene pessoal para não exalar esses odores pelo corpo. Só que é quase impossível não rolar um bodunzinho ou outro de vez em quando, né? Pois é esse o pavor de quem sofre de bromidrofobia. Os "zé-limpinhos" tomam vários banhos por dia e, de tanta esfregação, chegam a ficar com a pele machucada. O medo de cheirar mal pode ser tão grande que muitos evitam qualquer atividade que gere transpiração.

9. Caetofobia

Medo de quê - Pelos e cabelos

Nível de pavor - Maricas

O ator Tony Ramos e o guitarrista Slash são o maior pesadelo de quem tem caetofobia. É que eles morrem de medo de pessoas muito peludas ou com uma baita cabeleira. Em geral, os "caetofóbicos" cortam o cabelo bem curtinho ou até raspam a cabeça. Alguns chegam a contratar alguém só para lavar seu cabelo e não ter que tocar na "coisa peluda"! No outro extremo, estão as vítimas de falacrofobia, o temor de ficar careca - aliás, o que seria o paraíso para os "caetofóbicos"...

8. Deipnofobia

Medo de quê
- Jantar em família ou com amigos

Nível de pavor - Medroso

Para as pessoas com deipnofobia, basta sentar à mesa para uma singela refeição e está pronto o cenário do terror: elas aprontam o maior suador, sentem falta de ar e são tomadas por uma sensação de impotência. É que elas enxergam um jantarzinho como uma terrível ameaça, que trará à tona conflitos emocionais não resolvidos. A britânica Karen Tate, por exemplo, sempre tem um ataque de pânico quando vai a um restaurante com amigos, e não vê a hora de sair do lugar. Poderia aproveitar para não pagar a conta!

7. Eisoptrofobia

Medo de quê - Espelhos e de se olhar no espelho

Nível de pavor - Medroso

Em geral, a eisoptrofobia, ou medo de espelhos, está ligada ao temor diante do sobrenatural. As pessoas temem ver no reflexo do espelho fantasmas e outros seres. Superstições ligadas a esse objeto (como a crença de que quebrar um espelho dá sete anos de azar) também ajudam a aumentar a paranoia. Até mesmo a própria imagem da pessoa pode causar terror por se tratar de algo "não humano". A atriz Pamela Anderson é uma das pessoas que preferem sacrificar a vaidade a encarar um "espelho, espelho mau".

6. Hipopotomonstrosesquipedaliofobia

Medo de quê - Palavras grandes

Nível de pavor - Maricas

O próprio nome desta fobia - o palavrão gigante acima - já obriga quem sofre do distúrbio a confrontar seu medo: um temor irracional de palavras longas ou de uso pouco comum, como termos técnicos e médicos (por exemplo, linfangioleiomiomatose). Elas também evitam mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial. Segundo os especialistas, essa paúra surge do medo de pronunciar a palavra de forma incorreta e, por isso, cair no ridículo.

5. Onfalofobia

Medo de quê - Umbigos

Nível de pavor - Maricas

Nunca encoste no umbigo de quem sofre de onfalofobia, pois o cara pode ter o maior ataque nervoso. Na verdade, essas pessoas também ficam nervosas só de ver um umbigo. Quando a coisa rola com mulheres grávidas, é ainda pior. É que elas têm o maior pavor de que seu umbigo cresça demais ou fique com o formato conhecido como couve-flor. Algumas mães chegam a tapar o umbigo dos bebês com curativos para não ver a "criatura".

4. Lachanofobia

Medo de quê - Vegetais

Nível de pavor - Maricão

Cenouras, amoras, abobrinhas. Vegetais "assassinos" como esses são os algozes de quem tem lachanofobia. A forma incomoda, a cor não agrada, a textura causa aversão e o cheiro, náuseas. Em geral, a pessoa tem medo de algum vegetal em particular. Um jovem americano, por exemplo, tinha pavor de pêssegos. Certo dia, ao entrar no chuveiro da casa da namorada e ver a imagem da fruta no rótulo de um xampu, deu o maior chilique e saiu correndo da casa...

3. Automatonofobia

Medo de quê - Autômatos e bonecos de cera

Nível de pavor - Maricas

Autômatos, como bonecos de ventríloquo, são artefatos que simulam ações humanas. Mas não para pessoas que têm automatonofobia. Para elas, inocentes bonequinhos de parque de diversões são verdadeiros monstros. A visão de algo que imita seres humanos causa tremedeiras, choro e paralisia. O "machão" Hugh Jackman, o Wolverine de X-Men, já admitiu morrer de medo do Chuckie, o brinquedo "assassino". Só não contem isso para o Prof. Xavier!

2. Filemafobia

Medo de quê - Beijar

Nível de pavor - Maricão

Não há Cupido que ajude. Para quem tem filemafobia, um simples beijo é sinônimo de pesadelo. A pessoa sente enjoos e fica com a boca seca e as mãos trêmulas. Em casos mais graves, chega a ter um ataque de pânico. Não rola nem beijo na bochecha a amigos e familiares. Para os estudiosos, esse transtorno está ligado a outro, a filofobia, o medo de se apaixonar.

1. Caligenefobia

Medo de quê - Mulheres bonitas

Nível de pavor - Maricão
Também conhecido por venustrafobia, esse é o pavor sentido por alguns homens quando têm que interagir com - ui, que meda! - uma mulher bonita! Os caras sentem falta de ar, arritmia e muitos até vomitam. O bizarro terror de beldades é tamanho que alguns sujeitos até abandonam o emprego se tiver alguma gata no trabalho. Como forma de tratamento, o "coitado" é exposto a fotos e vídeos de mulheres bonitas, como Gisele Bündchen. Depois, ainda precisa encarar umas gatas em carne e osso. Ô problemão...

É pior ser atingido na cabeça com uma garrafa de cerveja vazia ou cheia?



Acredite, esse é um estudo científico, feito por pesquisadores da Universidade de Bern, na Suíça, e publicado no Journal of Forensic and Legal Medicine. Bizarro como é, levou o prêmio Ig Nobel (o Oscar da ciência maluca, que premia os “avanços científicos que primeiro fazem as pessoas rir, e depois pensar”, realizado lá nos EUA) da paz (é, da paz) no final de 2009. Mas vamos à ciência: embora os caras não tenham, de fato, dado garrafadas em voluntários durante a pesquisa, ela diz que “de acordo com as experiências dos próprios autores”, garrafas de cerveja de meio-litro são comumente usadas em disputas físicas, ao menos lá na Suíça (eu nunca levei ou dei garrafada, mas dá para prever que não, não é só lá). Então, foram testar as “propriedades fraturativas” dessas armas. Primeiro, estudaram o estrago causado nas cabeças de pessoas (no caso, vivas e mortas) atingidas por elas em brigas de bar. Depois, desenvolveram um sistema de simulação, envolvendo bolas de aço, as perigosas garrafas e modelos de argila no lugar das cabeças humanas. E o que eles descobriram é de estourar os miolos (ou não): são necessários 10 joules a mais de energia para quebrar as garrafas vazias do que as cheias (se a garrafa quebra fácil, o impacto sobre a vítima é menor). Sendo assim, elas são mais letais. Por outro lado, a garrafa cheia tem 70% mais força de impacto. E aí? Frente a isso, eles concluem (devidamente com base nos testes envolvendo as cabeças de cadáveres): vazia ou cheia, uma garrafa de cerveja é forte o suficiente para quebrar um crânio antes de ser quebrada por ele. Ou seja: faça o possível para não ser atingido por uma. Fala a verdade: mudou a sua vida.

Casca de banana pode despoluir a água





Só na Grande São Paulo, quase quatro toneladas de cascas de banana são desperdiçadas, semanalmente, nos restaurantes. Foi esse dado, divulgado em uma reportagem sobre desperdício de alimentos, que estimulou a doutoranda em química Milena Boniolo a pesquisar uma utilidade para as cascas de banana. E ela encontrou: despoluir a água contaminada por metais pesados.
O processo é simples e funciona graças a um dos princípios básicos da química: o dos opostos que se atraem. Na casca da banana, existe uma grande quantidade de moléculas carregadas negativamente, enquanto os metais pesados são positivamente carregados. Logo, quando colocada na água, a casca da banana atrai para si os metais.
Para que dê conta do recado, no entanto, ela precisa ter suas propriedades potencializadas. Milena Boniolo também descobriu uma “fórmula” bem simples para isso: em uma assadeira, as cascas devem ficar expostas ao sol por cerca de uma semana. Em seguida, elas são trituradas e peneiradas. No fim, é essa “farofa de casca de banana” que será jogada na água para despoluir o recurso.
Segundo a pesquisadora, 5 mg do pó de banana são suficientes para despoluir 100 ml de água. Mas, para alcançar altos níveis de limpeza, é preciso repetir o processo mais de uma vez. Isso porque, em testes de laboratório, a casca de banana conseguiu “chupar”, de primeira, cerca de 65% dos metais pesados que estavam na água.
Agora, Milena Boniolo procura patrocínio para aplicar essa técnica em grande escala. Já que casca de banana é o que não falta…